01 abril 2011

Importância do NaCl na deposição de materiais argilosos

1.TEMA/TEORIA:
Processos e materiais importantes em ambientes terrestres (floculação)

2.RESUMO:
As rochas argilosas são constituídas por materiais cujas dimensões são bastante reduzidas (inferiores a 1/256) e correspondem a cerca de 80% do conjunto de rochas sedimentares.

As partículas argilosas são transportadas pela água, podendo depositar-se em várias zonas, tal como o mar, onde formam rochas argilosas, pelo que é evidente um efeito da água salgada neste processo.


3.PALAVRAS-CHAVE:
Argila, Cloreto de Sódio, Deposição, Floculação, Força gravítica, 

4.OBSERVAÇÃO:


Legenda:
1- Tubo de ensaio com água destilada (10 ml) e argila (1 g);
2 - Tubo de ensaio com solução de cloreto de sódio (28 g/l) e argila (1g).

 
5.DISCUSSÃO DOS RESULTADOS:
No tubo de ensaio onde se misturou a argila com a solução de NaCl, verificou-se que a sedimentação ocorreu mais rapidamente. Tal facto deve-se à ocorrência de floculação, em que todas as partículas se unem, formando flocos de maiores dimensões e, consequentemente, com maior massa, depositando-se com maior velocidade.
Deste modo, é possível concluir que o NaCl é um elemento muito importante na deposição de materiais argilosos, uma vez que acelera o processo de sedimentação, dado que a floculação ocorre devido à sua influência, formando depósitos (devido à actuação da força gravítica), que depois evoluem para rochas argilosas. 

 Referências:


- Amparo Silva, Maria Gramaxo, Almira Baldaia, José Félix. "Terra Universo de Vida", 1ª parte - Biologia. Editora Porto Editora
 
Publicada por: Daniela Nogueira.

Relatório de observação - Qual a importancia do NaCl na deposição de materiais argilosos?

1. TEMA/TEORIA:
Processos e materiais importantes em ambientes terrestres


2. RESUMO:
Rochas sedimentares são rochas que se formam à superfície ou próximo dela, a partir de sedimentogénese seguida de diagénese. Um dos grupos pertencentes às rochas sedimentares são as rochas detríticas constituídas por sedimentos resultantes de meteorização e erosão de rochas preexistentes. São exemplos rochas sílticas e argilosas. Estas rochas têm granulometria muito fina. As rochas argilosas são constituídas por materiais cujas dimensões são inferiores a 1/256 mm. Sendo estas partículas extremamente pequenas necessitam de uma ajuda para conseguirem depositar-se. A essa ajuda chamamos floculação.


3. PALAVRAS CHAVES:
Rochas sedimentares, rochas detríticas, rochas argilosas, partículas, granulometria, floculação, transporte, deposição.


4. OBSERVAÇÕES:

Figura A


Legenda da figura A:
1- sedimentos de argila em água destilada
2- sedimentos de argila em água destilada com NaCl

•É possível observar que no tubo de ensaio 2 (água destilada com NaCl) há deposição de sedimentos enquanto que no tubo de ensaio 1 (água destilada) os sedimentos apenas ficam suspensos.



5.DISCUSSÕES DOS RESULTADOS:
Para verificar a importância do NaCl fez-se a comparação entre a deposição de argila em 2 meios: o primeiro em água salgada e o segundo em água destilada. Na água salgada verificou-se uma floculação rápida e na água destilada as partículas apenas ficaram suspensas. Sendo a argila constituída por partículas muito finas e pequenas, não sofrem deposição, apenas são sujeitas a transporte. Portanto como o sal (NaCl) é um mineral que estabelece relações electroquímicas com a argila forma flocos maiores e pesados que tem como consequência a deposição dos mesmos. Pode-se concluir então que o NaCl é importante na deposição de materiais argilosos.
Em relação ao que se passa na foz dos rios quando as argilas transportadas se misturam com a água salgada, é importante salientar que a velocidade da água nas proximidades da foz diminui o que possibilita a deposição de sedimentos. Como as partículas de argila são muito pequenas e leves não se depositam. Portanto é necessário que as partículas entrem em contacto com água do mar para que ocorra floculação e assim depositarem-se.
Estará a porosidade das areias relacionada com a granulometria e com o grau de calibragem?


1.TEMA/TEORIA: Porosidade das rochas areníticas - granulometria e grau de calibragem


2.RESUMO: As areias são rochas sedimentares detríticas predominantemente constituídas por sedimentos de origem detrítica, resultantes do processo de meteorização e erosão de rochas pré-existentes. Deste modo, as areias são rochas desagregadas, e entre os seus grãos existem espaços ou poros onde a água ou o ar podem circular e, por essa razão, as areias são permeáveis. A relação percentual entre o volume de poros vazios de uma amostra de rocha e o volume total da mesma amostra dá-nos a porosidade da rocha em estudo. Os sedimentos constituintes destas rochas, podem apresentar um maior ou menor grau de calibragem, sendo que um sedimento se considera bem calibrado quando os detritos têm, aproximadamente, o mesmo tamanho. Para além da calibragem, as rochas sedimentares podem, também, ser distinguidas por processos de granulometria, sendo este utilizado na classificação de uma rocha de acordo com os diversos tamanhos de grãos que a compõe.


3.PALAVRAS-CHAVE: porosidade, granulometria, calibragem, sedimentos, permeabilidade, água, volume, rochas

4.OBSERVAÇÃO:



Nota:



  • As areias encontram-se na tabela pela ordem crescente de tamanho dos sedimentos que a constituem, ou seja, a areia fina é a que apresenta sedimentos de menores dimensões e o cascalho grosso de maiores dimensões.

  • O material com maior porosidade é a areia grossa e, por outro lado, o material com menor porosidade é o cascalho fino.

  • Comparando amostras com a mesma massa (300g) foi a amostra de areia fina que ocupou menor volume, e a de cascalho grosso que ocupou maior volume.

  • Não foi possível observar-se proporcionalidade entre o tamanho dos sedimentos constituintes das areias e a sua porosidade;


  • O cascalho grosso e a mistura eram as amostras que apresentavam pior calibragem;

  • Também não se observou relação entre o grau de calibragem e a porosidade das rochas sedimentares em estudo.

  • 5.DISCUSSÃO DOS RESULTADOS:


    Com o aumento da porosidade, aumenta a permeabilidade do solo em estudo, pois o espaço entre os grãos aumenta e a água atravessa o solo mais fácil e rapidamente. Seria de esperar que as areias constituidas por sedimentos mais pequenos, e consequentemente, com maior poder de encaixe, apresentassem menor porosidade. Ao contrário disto, e como foi já observado, não se verificou qualquer tipo de relação entre a porosidade e a granulometria ou grau de calibragem das areias. A falha nos dados obtidos no nosso estudo pode ser justificado com o facto de estarmos a usar amostras demasiado pequenas para estudar solos de grandes dimensões. A mistura foi utilizada como um exemplo de má calibragem, por apresentar sedimentos com dimensões muito variadas. Esperava-se, com esta amostra, que a porosidade dimuisse, uma vez que as particulas de menores dimensões completariam os espaços vazios deixados pelas partículas de maiores dimensões. Também isto não foi possível observar-se, o que comprova, mais uma vez, a falha do nosso estudo.


    Referências: Amparo Silva, Maria Gramaxo, Almira Baldaria, José Baldaia, José Félix. "Terra Universo de Vida", 2ª parte- Geologia. Editora Porto Editora


    Publicado por: Ana Raquel Faria

    04 fevereiro 2011

    Relatório de observação - Reprodução sexuada nas plantas com flor (semente e fruto)

    1.TEMA/TEORIA:
    Reprodução sexuada nas plantas com flor

    2.RESUMO:
    Na reprodução sexuada ocorre fecundação de células especializadas, os gâmetas. Nas plantas com flor, os gâmetas masculinos são os anterozóides que se fundem com os gâmetas femininos, as oosferas, formando um zigoto que, por mitoses sucessivas, dá origem a um embrião. Após a fecundação, o tegumento do ovário, o embrião e o endosperma originam a semente.
    As sementes encontram-se encerradas no pericarpo, que corresponde às paredes desenvolvidas do ovário. O conjunto das sementes e do pericarpo constitui o fruto.


    3.PALAVRAS-CHAVE:
    óvulo, ovário, embrião, pericarpo, semente, fruto

    4.OBSERVAÇÃO:


    • Semente - Feijão





    • Fruto - Maçã


    Legenda:
    1. Endosperma
    2. Embrião
    3. Tegumento
    4. Pedúnculo
    5. Semente
    6. Endocarpo
    7. Mesocarpo
    8. Epicarpo ou Exocarpo
    5.DISCUSSÃO DOS RESULTADOS:
    O planta que produz o feijão é uma dicotiledónea, pois possui sementes(feijões) que se podem dividir em 2 cotilédones.A semente resulta do óvulo fecundado, sendo constituída por endosperma,tegumento ou casca e um embrião. A planta cresce a partir do embrião que germina e se vai alimentando de substâncias que se encontram no endosperma (amido e proteínas). O tegumento, que corresponde à parte externa da semente, desenvolveu-se a partir do tecido que envolvia o óvulo. As paredes do ovário, desenvolveram-se e deram origem ao pericarpo qe, juntamente com as sementes origina o fruto.
    O fruto, para além de proteger as sementes, funciona como uma atracção para os animais, que se vão alimentar dele, pois contém substâncias nutritivas e, deste modo, transportam as sementes para outros lugares.
    O fruto possui 3 camadas, denominadas epicarpo (ou exocarpo), mesocarpo e endocarpo. O epicarpo é vulgarmente designado por casca e corresponde à camada que se encontra no exterior, que pode ser lisa, rugosa, espinosa ou possuidora de pêlos. A camada abaixo, o mesocarpo, assim designado por provir do mesófilo carpelar, pode armazenar substâncias de reserva. Por último, o endocarpo, que corresponde à camada mais interna, é a camada que envolve as sementes sendo , por isso, a camada mais resistente na maioria dos frutos.
    Há vários tipos de frutos, que podem distinguir-se segundo diferentes critérios:

    Composição

    • Simles, se os carpelos estão unidos uns aos outros, mesmo que apenas seja numa primeira fase de desenvolvimento (ex: limoes, pêras e pepinos)
    • Complexos, se os carpelos se desenvolvem sepradamente (estão separados desde a flor;
      ex: morango e magnólia)
    Abertura

    • Deiscentes, se abrem na maturação, normalmente secos (ex: castanha e a maioria das leguminosas)
    • Indeiscentes, se não se abrem naturalmente (ex: laranja e melão)
    Os frutou podem ainda ser :

    • Carnosos, se possuem um pericarpo suculento
      - Baga, se o ovário possui sementes livres (ex: tomate, limão e uva)
      - Drupa, se possui ovário unicarpelar e a semente está adere ao endocarpo duro, o caroço (ex: pêssego, ameixa, azeitona)
      - Pomo, se é um pseudofruto constituido por um ou mais carpelos (ex: maçã e pêra)
    • Vagem - se o fruto possui duas fendas, através das quais se abre. Vagem, é o termo utilizado para caracterizar o frutos das leguminosas. (ex: feijão, ervilha)
    • Síliqua - fruto geralmente alongado, abre-se através de 4 fendas longitudinais e possui, no seu interior, um septo plano. (ex: couve, repolho)
    • Noz - na maioria dos casos, possui apenas uma semente. Na maturidade, não se abre, e a parede do seu ovário torna-se muito dura. (ex: avelã, bolota, noz (da nogueira))
    Referências:
    - Amparo Silva, Maria Gramaxo, Almira Baldaia, José Félix. "Terra Universo de Vida", 1ª parte - Biologia. Editora Porto Editora
    - Wikipédia.org

    16 janeiro 2011

    Relatório de observação: reprodução sexuada nas plantas com flor

    1.TEMA/TEORIA:
    Reprodução sexuada nas plantas com flor

    2.RESUMO:
    A reprodução é um conjunto de processos em que os seres vivos originam novos indivíduos idênticos a si próprios. Há 2 tipos de reprodução: sexuada e assexuada. A reprodução sexuada ocorre através da fusão de gâmetas, tendo maior variabilidade genética do que a assexuada (em que não existem células especializadas).
    Nas plantas com flores, existem orgãos reprodutores responsáveis pelo desenvolvimento de sementes e que permitem, deste modo, a reprodução sexuada através de diferentes mecanismos. Uma flor, pode possuir apenas orgãos reprodutores femininos (carpelos) ou orgãos reprodutores masculinos (estames), tratando-se de flores unissexuadas femininas ou flores unissexuadas masculinas, respectivamente. Existem também flores hermafroditas, ou seja, possuem órgão reprodutores masculinos e femininos.

    3. PALAVRAS-CHAVE:
    flor, reprodução sexuada, antera, polinização, carpelo, oosferas, anterozóides, tubo polínico,zigoto, semente, fruto, fecundação, haplodiplonte, meiose pré-espórica.
    4.OBSERVAÇÃO:

    • Estrutura da flor

    • Carpelo

    •  Ovário
    (corte transversal)                                                                                              


    (corte longitudinal)

    • Antera




    • Grãos de pólen




    • LEGENDA:
    1. Pétala
    2. Estigma
    3. Antera
    4. Estilete
    5. Ovário
    6. Filete
    7. Óvulo
    8. Grão de pólen
    • Análise:
    A flor de Lilium apresenta os seus óvulos encerrados no ovário, como é possível observar-se na primeira imagem e possui 6 pétalas (múltiplo de 3). Não foi possível distinguir-se o cálice da corola  (perianto indiferenciado). Pode ainda observar-se que possui ovário tricarpelar.


    5.DISCUSSÃO DOS RESULTADOS:

       A partir das observações registadas, foi possível concluir que a planta é uma angiospérmica, monocotiledónea. É hermafrodita, uma vez que possui estames (antera e filete) e carpelo (estigma, estilete e ovário). No entanto, é hermafrodita insuficiente, pois o carpelo situa-se acima dos estames, sendo necessário, para a sua reprodução, que ocorra polinização cruzada. Este processo de polinização corresponde ao transporte de grãos de pólen para flores diferentes, assegurando assim uma maior variabilidade genética dos descendentes.
       Os grãos de pólen são produzidos nos sacos polinicos (gametófitos masculinos) que se localizam nas anteras. Por acção de agentes polinizadores (como, por exemplo, o vento) os grãos de pólen são transportados para o estigma de outra flor. Ao longo do estilete, os grãos de pólen podem germinar e, produzem um tubo polínico, onde se formam os anterozóides. Estes, fecundam com as oosferas, formadas no interior dos óvulos (gametófitos femininos), localizados nos ovários. Esta fusão de gâmetas (fecundação) origina um zigoto que, por mitoses sucessivas, dó origem ao embrião.
       Depois da fecundação, os óvulos originam as sementes, que são envolvidas pelo pericarpo. O conjunto destas 2 esruturas corresponde ao fruto.
       O ciclo de vida da planta é haplodiplonte porque a meiose é pré-espórica, sendo que a haplofase/geração gametófita se inicia com os esporos e a diplofase/geração esporófita com o zigoto, tratando-se, por isso, de um ciclo celular em que as haplofase e diplofase possuem um grau de desenvolvimento semelhante, sendo que a haplofase se encontra um pouco mais desenvolvida.
    • Referências:
            - Amparo Silva, Maria Gramaxo, Almira Baldaia, José Félix. "Terra Universo de Vida", 1ª parte - Biologia. Editora Porto Editora


            - Wikipédia.org





    10 dezembro 2010

    Relatório de observação - Reprodução assexuada e sexuada

    1.TEMA/TEORIA
    Reprodução sexuada e assexuada

    2.RESUMO
    Na reprodução assexuada há formação de novos indivíduos a partir de um único progenitor, sem ocorrer fusão de gâmetas e, deste modo, sem fecundação, sendo o novo individuo uma cópia do que lhe deu origem. Pelo contrário, na reprodução sexuada, o novo indivíduo é originado a partir de uma célula (ovo ou zigoto) que resulta da fusão de 2 gâmetas, normalmente provenientes de dois progenitores, havendo por isso variabilidade genética.
    3.PALAVRAS-CHAVE

    Reprodução sexuada; reprodução assexuada; ser vivo; ovo; zigoto; ciclo de vida; diplóide; haplóide

    4.OBSERVAÇÃO/RESULTADOS
    • Espirogira



    • Hidra

                                                              
    • Amiba                                                                                 .Peninciliium


              .
    • Paramécia

    • Blepharisma








    •  Volvox
     











    5.DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

    • Espirogira
    A espirogira é uma clorófita (alga verde, pois possui cloroplastos enrolados em hélice), constituída por filamentos não ramificados. Esta alga pode reproduzir-se sexuada ou assexuadamente.
    Na reprodução assexuada em que se dá a fragmentação, ou seja, separação de fragmentos do corpo, de modo a que, cada fragmento origina um novo individuo por regeneração; e posteriormente se dão mitoses sucessivas para voltar ao tamanho original.
    Na reprodução sexuada, os gâmetas são os conteúdos das células dos filamentos; o gâmeta dador, depois de condensar, desloca-se através do tubo de conjugação para o gâmeta receptor, havendo fecundação e, consequentemente, a formação de um ovo ou zigoto. O núcleo do ovo divide-se por meiose, dando origem a 4 núcleos haplóides, dos quais 3 degeneram e, o que fica na célula origina, por mitoses sucessivas, um novo filamento de espirogira.
    Então, o ciclo de vida da espirogira é haplodiplonte, pois a fase mais desenvolvida é a fase haplóide.

    • Hidra
    A Hidra é um cnidário que possui  o corpo cilíndrico. Pode reproduzir-se assexuadamente, através de gemulação, em que se formam gomos ou gemas que depois de desenvolvidos se separam, originando um novo indivíduo. No entanto, pode utilizar também processos de reprodução sexuada, pois a hidra macho possui testículos, onde são produzidos os espermatozóides que, depois de libertados na água se deslocam até ao óvulo produzido nos ovários da hidra fêmea, ocorrendo fecundação. Assim, é formando um ovo ou zigoto que, por mitoses sucessivas origina um embrião, que se separa e dá origem a uma nova hidra.

    • Amiba
    É um protozoário, que possui pseudópedes, utilizados para a alimentação e deslocação. A amiba possui um ou vários núcleos, e um vacúolo, que permite a permanência em equilíbrio osmótico. Reproduz-se assexuadamente bipartição, isto é, um ser é dividido em dois com dimensões idênticas.

    • Peninciliium
    Penincillium, um protista semelhante a um fungo, é o comum bolor. Reproduz-se assexuadamente, utilizando o processo de esporulação, isto é, formam-se os esporos (células reprodutoras) a partir de cada um dos quais se pode originar um novo individuo.

    • Paramécia

    Pode reproduzir-se sexuadamente e assexuadamente. Na reprodução sexuada, ligam-se pelos citóstomas e os núcleos originam 4 nucleos haplóides. Na reprodução assexuada utiliza o processo de bipartição, isto é, cada ser divide-se em 2 com dimensões idênticas.
    • Blepharisma
    É um protista, com forma oval e vacúolo contráctil. Reproduz-se assexuadamente por bipartição, sendo que u individuo origina 2 individuos semelhantes.

    • Volvox
    É uma clorófita colónia, possui flagelos, o que permitem movimentar-se. As algas maiores da colónia possuem função reprodutora. A reprodução pode ser assexuada, ou sexuada (por oogamia, que é uma anisogamia, ou seja, os gâmetas são morfologicamente diferentes, sendo que o feminino é significativamente maior que o masculino).

    
    Referências:
    • Amparo Silva, Maria Gramaxo, Almira Baldaia, José Félix. "Terra Universo de Vida", 1ª parte - Biologia. Editora Porto Editora
    • Wikipédia.org
    • Infopédia.pt

    19 novembro 2010

    Relatório de observação - Mitose

    1. TEMA/TEORIA
    Crescimento e renovação celular - Mitose
    2.RESUMO
    A principal característica da vida celular é a sua natureza cíclica; as células crescem, aumentam o seu conteúdo e depois dividem-se. Num ciclo celular comsideram-se 2 fases: a interfase e a fase mitótica que diz respeito ao período de divisão celular. A fase mitótica é, por sua vez dividida em mitose e citocinese.

    3.PALAVRAS-CHAVE

    Ciclo celular; Mitose; Prófase; Metáfase; Anáfase; Profáse; Cromossomas

    4.OBSERVAÇÃO/RESULTADOS






    Foi possível distinguir as diferentes fases da mitose, tendo em conta as suas principais características:

    1. O material genético não se encontra organizado no núcleo e está mais visivel;
    2. Os cromossomas encontram-se alinhados no plano equatorial da célula;
    3. Os cromossomas irmãos encontram-se alinhados e ascendem aos polos;
    4. A célula possui dois núcleos organizados.

    5.DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

    • Em 1 a céula encontra-se na prófase, uma fase caracterizada por uma desorganização nuclear e do nucleólo, pelo inicio da formação do fuso acromático e pelo encurtamento dos cromossomas, que se tornam mais visiveis;
    • Em 4 está representada uma metáfase, fase em que os cromossomas (com 2 cromatídeos e um centrómero) se alinham no plano equatorial do fuso acromático, formando uma placa equatorial;
    • Em 3, a célula realiza uma anáfase, em que o centrómero sofre clivagem, levando à separação dos cromatídeos de cada cromossoma-mãe, e originando dois cromossomas-filhos, cromossomas, esses, que ascendem aos polos, posteriormente.
    • Em 4, conseguiu visualizar-se uma Telófase, fase em que se dá a organização dos núcleos das células filhas, com a reorganização da membrana nuclear, destruição do fuso acromático, e alongamento dos cromossomas tornando-os invisiveis.

    Referências: Amparo Silva, Maria Gramaxo, Almira Baldaia, José Félix. "Terra Universo de Vida", 1ª parte - Biologia. Editora Porto Editora

    29 abril 2010

    Reacção Xantoproteica

    A reacção xantoproteica é utilizada para verificar se, num determinado líquido, há presença de proteínas.
    As proteínas fazem parte de uma das principais subcategorias dos Prótidos (compostos orgânicos quaternários de carbono, oxigénio, hidrogénio e azoto, podendo, no entanto, conter outros elementos). Assim, as proteínas são macromoléculas de elevada massa constituídas por mais de 80 aminoácidos. Estes compostos resultam de uma ou mais ligações de polipeptidos, as ligações peptídicas. Os polipeptidos são cadeias de vários aminoácidos ligados entre si, embora menos complexos que as proteínas.




    As proteínas possuem uma estrutura tridimensional definida e são os componentes químicos mais importantes do ponto de vista estrutural, embora possuam mais funções igualmente importantes.







    Reacção xantoproteica:

    Adiciona-se amónia ao líquido previamente aquecido com ácido nítrico, aparecendo coloração alaranjada caso exista presença de proteínas

    Esta reacção deve-se ao facto das proteínas conterem um grupo fenil na sua constituição (tirosina e triptofano), grupo este que forma nitroderivados de cor alaranjada em meio alcalino. Assim, o ácido nítrico é usado de forma a identificar a presença de proteínas e o calor apenas como catalisador da reacção.

    21 março 2010

    Seres vivos do Paleozóico - GONIATITES





    Este trabalho tem como objectivo o estudo das especíes do Paleozoico, surgindo como complemento ao estudo feito durante a Visita ao Parque Paleozóico de Valongo como falamos na postagem anterior. assim, a espécie que tentaremos dar a conhecer é a goniatite.
    As Goniatites são um tipo de Ammonoides tendo evoluído dos Nautiloides, há aproximadamente 400 milhões de anos atrás. Estes animais estão já extintos desde o Pérmico, tendo, contudo, um passado em comum com o polvo e o calamar.






    Este ser vivo viveu na era Paleozóica, do periodo Devonico ao Pérmico, tendo-se extinguido há 250 milhoes de anos atrás.








    - No Devónico o clima era quente e o nível dos oceanos alto. Este periodo é conhecido por "idade dos peixes" devido ao aumento significativo destes que, no entanto,acabaram por se extinguir no final do mesmo. É, também, no devonico que surgem os primeiros anfíbios e as primeiras formas de amonites (como a goniatite). As trilobites iniciam aqui a sua decadencia.



    - Ainda na mesma era segue-se o período Carbonífero que adopta este nome devido as grandes quantidades de carvão mineral encontradas em formações rochosas da época na Inglaterra. Formações de carvão estas que tinham origem nas grandes florestas e pântanos que caracterizam as terras deste período



    - O Pérmico é o período que encerra a era Paleózoica. Neste, o clima já não era o mesmo e a parte meridional da Terra atravessava uma glassiação. Na faixa central do planeta o clima era, agora, quente e humido. Esta alteração do clima levou a extinção de 90% dos seres da Terra




    Morfologia

    As goniatites são um exemplo notável de simetria e têm uma estrutura geral semelhante á das amonites, sendo um animal livre da natação que possui uma cabeça e braços bem desenvolvidos.

    Possui adaptações que lhe permitem flutuar na água, como um escudo dividido em câmaras internas preenchidas com gás.

    As câmaras internas são separadas por paredes finas o que faz com que na direcção das mesmas mas na superfície do escudo se formem ondulações como os fosséis de goniatites comprovam.












    Esta investigação permitiu, mais uma vez, melhorar os nossos conhecimentos. Ficamos a conhecer um pouco mais sobre o passado do planeta Terra e dos seres vivos que nele habitavam.



    Referências bibliográficas:






    28 fevereiro 2010

    Visita pelo Paleozóico

    No dia 3 de Fevereiro de 2010, os alunos da turma 1 do 10º ano, do curso de ciências e tecnologias realizaram uma visita de estudo no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia.
    Esta visita dividiu-se em duas partes: uma primeira recepção no centro de interpretação ambiental onde foi dada a conhecer parte da historia geológica de Valongo e de seguida, a visita de campo ao Percurso Geológico do Parque Paleozóico de Valongo, de modo a mostrar e proporcionar aos alunos um estudo directo da paisagem deste local.



    Enquadramento Geológico de Valongo

    O Parque Paleozóico de Valongo é rico em formações geológicas de idade superior ao Paleozóico. Aqui, é possível estudar directamente rochas cujas idades variam do Pré-câmbrico ao carbonífero e perceber a evolução da crusta terrestre, provocada por processos naturais, neste local, ate ao aspecto que é possível observarmos hoje. Também faz parte deste Parque o vale do rio Ferreira.

    A visita de campo foi dirigida por uma guia que fez varias paragens ao longo do percurso de modo a explicar os detalhes mais importantes e deixar que os alunos tomassem nota:


    Foi possível observar uma falha. Consegue-se concluir, sentindo a aspereza ascendente da camada de recristalização que foi o sítio onde agora existe uma estrada que desceu em relação á área de rocha onde se encontra a falha em questão.
    Ainda na mesma paragem foram comprovadas características do xisto como a sua foliação (existente também nas diaclases) e fragilidade, já estudadas anteriormente nas aulas de geologia.
    A guia fez-nos, ainda, perceber que é necessário a utilização de uma bússola quando vamos para o campo.



    Visualizou-se um local onde existe um filão(fojo).




    Perfeitamente observáveis os estratos pertencentes a uma dobra. Existência de quartzito, rocha bastante resistente.


    Obrservaram-se as marcas de ondulação (Ripple marks) presentes nas rochas. Estas são formam-se por acção das ondas do mar na areia e encontram-se, agora, sedimentadas.
    Daí conclui-se que valongo já esteve coberto por agua.


    Nova visualização de um filão, desta vez de quartzo com pirite, também designada por "ouro dos tolos" devido à semelhança das cores.



    Verificou-se que, devido à diagénese, se havia formado um conglomerado constituido por quartzo e cimento silicioso.



    Visualização de cristas de quartzo no cimo das serras. Esta paragem marca o fim da visita.




    Com esta visita foi possível termos uma aula de campo e desta forma solidificarmos aspectos já dados na teoria. Foi, acima de tudo, interessante comprovarmos que já somos capazes de justificar alguns fenómenos encontrados na natureza.

    17 dezembro 2009

    Petróleo

    O petróleo é considerado uma fonte de energia não renovável, de origem fóssil. É encontrado no subsolo em profundidades variáveis e é muito rico em hidrocarbonetos. Apesar de ser um recurso natural abundante, a sua pesquisa envolve elevados custos. É, actualmente, a principal fonte de energia.

    Serve como base para fabrico de vários produtos, dentre os quais:



    • Gás liquefeito de petróleo;

    • Gasolina;

    • Óleo diesel;

    • Óleos combustíveis;

    • Óleos lubrificantes;


    • Parafinas;


    • Asfalto (betume espesso);


    • Benzinas (liquido obtido na destilação fraccionada do petróleo);


    • Alcatrão;


    • Polímeros plásticos;


    • Medicamentos;


    • Combustíveis de aviação.





    processos industriais para obtenção dos derivados do petroleo




    No entanto, a utilização deste recurso provoca impactes negativos, como por exemplo:


    26 novembro 2009

    Sedimentação

    Esta experiência foi realizada para simular os princípios propostos por Stenon. Para isso, utilizou-se uma proveta com água onde se verteram fragmentos de materiais de diferentes dimensões.




    No final, foi possível distinguir várias camadas na proveta, que se diferenciavam pelas dimensões dos fragmentos. Os princípios de Stenon foram comprovados ao verificar que as partículas de maior dimensão foram as que se depositaram primeiro, tendo as mais pequenas ficado em suspensão.

    Diversidade das rochas


    Para caracterizar e identificar macroscopicamente diferentes tipos de rochas, usaram-se conjuntos de rochas variadas. Utilizou-se uma lupa para observar a distribuição dos minerais e cristais e ácido clorídrico para descobrir se as rochas eram constituidas po calcário.